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Inmet – Instituto de Metereologia

Melhores Cases
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Sobre esse projeto:

Fornecimento de serviços e software para extração de altíssimo volume de dados a serem extraídos de cadernetas meteorológicas, com previsão de mais de 01 (hum) bilhão de toques.

Avalanche de Papel: Um desastre para o qual a meteorologia não estava preparada

O Instituto Nacional de Metereologia (INMET) é uma agência responsável pelo monitoramento e previsão das condições climáticas no Brasil. Foi criado em 1909 e , desde então, as inúmeras estações de monitoramento espalhadas por todo o país, registram continuamente os fenômenos meteorológicos e climáticos.

Não é preciso dizer que o INMET agora possui uma coleção impressionante de registros meteorológicos que datam do final do século XIX. Esses dados podem ser usados para determinar padrões climáticos a longo prazo, analisar mudanças nas condições climáticas e produzir previsões mais precisas. É inegável a sua importância para uso científico e prático, em particular nas atividades do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Infelizmente, até recentemente o acesso ao banco de dados meteorológico era complicado, se não inviável, pelo fato de ele existir apenas no papel. Obviamente, era realmente difícil classificar e procurar partes específicas de informações sem os benefícios das tecnologias modernas.

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Quando Variedade se Torna um Problema

Em 2012, o INMET realizou um processo de licitação para o projeto de transferir as informações em papel (livros digitados em formato A3 e folhetos manuscritos em vários formatos) para um banco de dados eletrônico, a fim de garantir a continuidade das informações e permitir fácil tabulação e análise dos dados meteorológicos. O contrato foi assinado com a Flexdoc Tecnologia da Informação Ltda, uma empresa especializada em fornecimento de soluções completas end-to-end na área de automação de processos de fluxos de trabalho. A empresa desenvolve soluções de software para processamento de documentos, presta serviços de impressão para terceiros e fornece soluções de gerenciamento de documentos integrados, incluindo armazenamento e documentos BPO. Dispondo de uma área de 1500m² para o armazenamento de documentos, ela implementou projetos com um volume superior a 30 milhões de documentos tratados.

A tarefa definida pelo INMET foi um desafio, devido à sua escala (mais de 3 milhões de páginas a seres processadas) e da variedade de documentos em papel que diferiam em termos de estrutura, complexidade e até mesmo condições físicas. No início, a Flexdoc não utilizou quaisquer ferramentas de OCR, contando apenas com os modelos pré-construídos no sistema. No entanto, após as primeiras cargas, tornaram-se evidentes as variações significativas no posicionamento dos campos, prejudicado o desempenho dos operadores.

Reconhecendo a necessidade de incorporar a OCR no processo, a Flexdoc testou uma série de soluções, antes de escolher  o ABBYY Flexy CaptureEngine. Foi uma combinação perfeita entre precisão excepcional de dados e avançada escalabilidade. Mas a característica decisiva foi sua flexibilidade, pois o ABBYY FlexiCapture Engine fornece uma série de ferramentas e utilidades que permitem um fácil “zoneamento” de formulários e capacidade de definir e modificar os modelos. Desta forma, toda uma gama de documentos produzidos ao longo de décadas pôde ser processada por um único sistema.

Capturando Informações

Em primeiro lugar, os documentos digitalizados são importados e imediatamente enviados para o ABBYY FlexiCapture Engine para o reconhecimento dos tipos dos formulários e correspondência de templates, a fim de localizar cada campo.

A automatização deste passo acelera muito o processamento do documento, como há mais de 20 tipos de brochuras, cada uma composta por pelo menos 6 tipos de páginas. Algumas páginas contém mais de 150 campos.

Os dados impressos são extraídos utilizando as tecnologias de OCR da ABBYY. Quanto aos campos com dados escritos à mão, devido à má condição física (alguns dos documentos datam 1900) e por serem ilegíveis para uma máquina, os mesmos foram enviados para operadores que digitam os dados manualmente. Ao detectar os campos e seus tipos, o ABBYY FlexiCapture Engine acelerou e facilitou muito o trabalho dos operadores, que se especializaram em determinados campos.

Depois disso, todos os campos vão à verificação. 100% de precisão é uma necessidade, porque os dados serão posteriormente utilizados para cálculos científicos pesquisas e previsões. Em caso de divergências ou dúvidas, os campos com resultados incomparáveis são enviados para os supervisores para uma análise mais abrangente. A validação de situações conflituosas e o controle de qualidade antes da exportação ainda requerem a participação de profissionais capacitados e especializados em meteorologia. 

Finalmente, os metadados são exportados para supercomputadores de previsão climática do INMET. Um total de 85 pessoas estão envolvidas em todo o fluxo operacional: desde a importação e extração dos dados até a verificação e tratamento dos erros.

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